Percebendo o grande número de pacientes que encara a comida (em especial doces e frituras) como a maior fonte de conforto diante das dificuldades da vida, o médico criou um método que, trazendo a saciedade de volta, elimina a compulsão alimentar. É o fim do ciclo “comer para ficar bem e se sentir culpada depois” e o início de um transformador percurso rumo a uma vida saudável, sem dieta! Pronta para treinar seu cérebro?
Conheça alguns motivos que levam a comer compulsivamente
Distúrbio químico causado por desequilíbrio nos mecanismos da fome e da saciedade.
Sentimentos de ansiedade e depressão ou outros transtornos psíquicos.
A pessoa demora a sentir satisfação ou percebe uma necessidade de comer o tempo todo, praticamente sem intervalos entre as refeições.
Em geral, os compulsivos alimentares ingerem qualquer tipo de comida em grandes quantidades – não precisam ser necessariamente aquelas delícias gordurosas e pesadas.
E os ataques costumam acontecer mais no final da tarde e à noite. Episódios nos quais a pessoa chega a ingerir até 50% das calorias totais que consumiria em um dia.
O resultado: 75% das pessoas com esse distúrbio químico no sistema de saciedade engordam bastante. Aquelas que não ganham peso fazem parte de uma minoria privilegiada, ou porque tem compensação calórica inconsciente ou porque possuem um metabolismo ótimo.
O mecanismo de prazer funciona assim: depois do exagero à mesa, o corpo liberta serotonina, o hormônio responsável pela sensação de bem-estar. A chegada desse hormônio ao cérebro faz parte dos mecanismos da saciedade.
O hipotálamo, que fica no centro do cérebro, controla a fome, a sede e a temperatura; aumenta a saciedade e conclui que é hora de parar de comer.
Distúrbio químico causado por desequilíbrio nos mecanismos da fome e da saciedade.
Sentimentos de ansiedade e depressão ou outros transtornos psíquicos.
A pessoa demora a sentir satisfação ou percebe uma necessidade de comer o tempo todo, praticamente sem intervalos entre as refeições.
Em geral, os compulsivos alimentares ingerem qualquer tipo de comida em grandes quantidades – não precisam ser necessariamente aquelas delícias gordurosas e pesadas.
E os ataques costumam acontecer mais no final da tarde e à noite. Episódios nos quais a pessoa chega a ingerir até 50% das calorias totais que consumiria em um dia.
Por exemplo: a ingestão de 15 mil calorias em 2 horas, sendo que um adulto normal precisa de aproximadamente 2 mil calorias diariamente para manter o funcionamento do organismo.
O resultado: 75% das pessoas com esse distúrbio químico no sistema de saciedade engordam bastante. Aquelas que não ganham peso fazem parte de uma minoria privilegiada, ou porque tem compensação calórica inconsciente ou porque possuem um metabolismo ótimo.
O mecanismo de prazer funciona assim: depois do exagero à mesa, o corpo liberta serotonina, o hormônio responsável pela sensação de bem-estar. A chegada desse hormônio ao cérebro faz parte dos mecanismos da saciedade.
O hipotálamo, que fica no centro do cérebro, controla a fome, a sede e a temperatura; aumenta a saciedade e conclui que é hora de parar de comer.
Mas quem tem compulsão alimentar funciona mais ou menos como um carro sem freio, e vai abocanhando qualquer coisa o tempo todo, mesmo quando não precisa de energia. O descontrole pode chegar ao ponto de ingerir alimentos crus ou congelados.
As mulheres costumam ser as maiores vítimas do problema, e ainda acrescentam o comportamento compulsivo a remédios (sem prescrição) para emagrecer e dietas radicais.
O que pode gerar ainda mais insatisfação, descontrole e um círculo difícil de quebrar.
Transtorno bipolar e uma personalidade de excessos também podem estar associados à compulsão alimentar. E a pessoa acaba tendo um comportamento similar ao que teria com as drogas e as compras.
Como controlar a Compulsão Alimentar
Apesar dos avanços, quando o tema é compulsão alimentar normalmente se fala de tratamento e controle, mas não em cura.
Para isso, mudanças no estilo de vida, prática de atividades físicas e reeducação alimentar, ou seja, cuidados comportamentais, fazem toda a diferença.
Uso de remédios antidepressivos, que atuam nos caminhos da serotonina no organismo, e indutores de saciedade também podem ajudar a minimizar os abusos gastronômicos.
O exercício físico é um capítulo à parte, pois é vital na redução da depressão e ansiedade, liberando endorfina. Esse hormônio que proporciona sensação de prazer substitui a serotonina liberada pela comida, cujo efeito é similar.
Outra razão para investir na prática regular de atividades físicas é, obviamente, a queima de calorias.
São ações que facilitam o controle do peso e a melhora do funcionamento do intestino e do organismo como um todo, favorecendo o tratamento da compulsão alimentar. Agora que você já tem mais informações, fique atento aos sinais que sua mente e corpo mostram.
Apesar dos avanços, quando o tema é compulsão alimentar normalmente se fala de tratamento e controle, mas não em cura.
Para isso, mudanças no estilo de vida, prática de atividades físicas e reeducação alimentar, ou seja, cuidados comportamentais, fazem toda a diferença.
Uso de remédios antidepressivos, que atuam nos caminhos da serotonina no organismo, e indutores de saciedade também podem ajudar a minimizar os abusos gastronômicos.
O exercício físico é um capítulo à parte, pois é vital na redução da depressão e ansiedade, liberando endorfina. Esse hormônio que proporciona sensação de prazer substitui a serotonina liberada pela comida, cujo efeito é similar.
Outra razão para investir na prática regular de atividades físicas é, obviamente, a queima de calorias.
São ações que facilitam o controle do peso e a melhora do funcionamento do intestino e do organismo como um todo, favorecendo o tratamento da compulsão alimentar. Agora que você já tem mais informações, fique atento aos sinais que sua mente e corpo mostram.
Mecanismos de defesa
Alguns mecanismos de defesa fazem você negar que está neste ciclo; assim, você continua comendo sem parar. As armadilhas abaixo são comuns e podem estar reforçando seu vício. Ver a si mesma em alguma delas é o primeiro passo para a superação.
· Racionalização: identificar uma ação como responsável pelo excesso de comida. Por exemplo, dizer que se alimenta mal pois “não tem tempo” para buscar itens saudáveis.
· Desatenção seletiva: seja no espelho do elevador ou no reflexo da vitrine, as mulheres costumam checar o visual. Pessoas obesas, no entanto, evitam encarar a realidade de que estão acima do peso.
· Deslocamento: a ideia é adaptar seus interesses e gostos à comida com o objetivo de sustentar seu vício. Já pensou que seus programas favoritos incluem comer?
· Isolamento: seu organismo reprime os sentimentos negativos relacionados à sua compulsão. Por exemplo, você passa a não se incomodar mais por usar calça tamanho 48…
· Formação reativa: este mecanismo de defesa faz com que você acredite que a gordura está relacionada à saúde e a magreza, à doença.
O método exclusivo
O médico Máximo Ravenno garante que, seguindo estes três passos, você vai conseguir mudar sua relação com a comida.
1. O ponto de partida é reduzir o excesso de alimento. “A sensação de não ter comido o suficiente desaparece em 48 horas e a saciedade voltará naturalmente”, diz o médico. Evite carboidratos, gordura e sal. Não só a fome diminuirá, mas a vontade de resolver seus problemas comendo.
2. Diga “não” ao se deparar com algo tentador e escolha porções pequenas do que for comer. Isso é decisivo, implica numa escolha: comer mais mesmo sabendo que isso não resolverá seus problemas ou comer pouco para deixar de sentir uma fome compulsiva.


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