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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O adoçantes aspartame faz mal à saúde?

É o pior deles e o que está mais relacionado a efeitos colaterais indesejáveis.
O aspartame é composto de ácido aspártico, fenilalanina, dois aminoácidos naturalmente encontrado nos alimentos. É de longe o edulcorante mais polêmico, e já se tem conhecimento de 92 efeitos colaterais associados ao consumo do aspartame, que podem iniciar gradualmente, podem ser imediatos, ou podem ocorrer a partir de uma reação aguda.

Embora não se conheça todos os efeitos que o aspartame pode provocar a longo prazo, algumas pessoas são sensíveis ao aspartame e tem reações. Dor de cabeça é o principal efeito adverso atribuido ao consume de aspartame. Também vem sendo associado a ataques de pânico, alterações de humor, episódios de mania e alucinações visuais. Apresenta poder adoçante 220 vezes maior do que a sacarose e não deixa sabor residual. 

Seu valor calórico é de 4 Kcal/g Mas, graças ao seu alto poder adoçante, usa-se pequenas quantidades para se chegar à doçura desejada. Não é estável em altas temperaturas.

Quem usa adoçante artificial, especialmente o aspartame, ficou muito assustado com uma pesquisa realizada na Itália e divulgada no Fantástico.
Os estudos feitos em ratos indicaram que o aspartame aumentou o risco de câncer nas cobaias fêmeas.

Mas, será que existe esse perigo para o ser humano? Qual é a quantidade de adoçante que nós podemos consumir?

Os adoçantes são substâncias naturais ou artificiais que substituem o açúcar, adoçando os alimentos com menos calorias para o corpo.
Quem não quer engordar ou não pode consumir açúcar, usa adoçantes.
Um dos mais utilizados no mundo é o aspartame, adoçante artificial 200 vezes mais doce que o açúcar.

Pesquisadores de Bolonha, na Itália, misturaram doses diferentes de aspartame na ração para alimentar 1,8 mil cobaias durante toda a vida delas, mais ou menos três anos. Isso equivale a 30 ou 40 anos da vida de uma pessoa.

A pesquisa indicou que 25%, ou seja, um quarto das cobaias fêmeas de um grupo, tiveram leucemia. Elas receberam a metade do que é permitido aos seres humanos.
Depois do resultado, o diretor da Fundação de Oncologia Ramazzini, Morando Sofritti, afirmou que essa quantidade deveria ser revista porque o aspartame também poderia causar câncer no homem.

O estudo italiano foi recebido com reservas por outros pesquisadores. Entre eles, a professora Anita Sachs, responsável pela cadeira de Nutrição da Universidade Federal de São Paulo.
¿Como é uma pesquisa feita em animais, fica muito difícil transpor isso para os humanos. Acho que esse alerta não deve ser levado em consideração¿, destaca a professora.

Qual é a quantidade de adoçante que nós podemos consumir diariamente?
A quantidade de aspartame que um adulto pode consumir por dia é de 40 miligramas por quilo de peso.
Isso representa para um adulto, mais ou menos, 15 saquinhos de aspartame por dia. Fora disso, ninguém sabe o risco que isso pode representar pro ser humano, completa Anita.
Em gotas, a quantidade fica entre de 60 a 80 gotas por dia.

Outros adoçantes artificiais muito usados são: ciclamato de sódio (que as indústrias colocam em vários alimentos dietéticos) e sacarina (que já foi suspeita de causar câncer, mas depois retirada da lista das substâncias cancerígenas).
Vários adoçantes misturam sacarina e ciclamato, mas tem uma desvantagem: o sabor amargo que fica na boca.

A sucralose também é um adoçante sintético e que tem o sabor mais parecido com o açúcar. É usado em vários alimentos e uma das vantagens é que não se altera em altas temperaturas.

Os adoçantes naturais mais encontrados são: stévia (planta nativa do Brasil e da China; é o único adoçante de origem vegetal usado na indústria; deixa um pouco de sabor amargo na boca) e frutose (extraída das frutas e do mel, tem um sabor agradável, mas deve ser consumida com moderação porque é mais calórica).


       

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